Fenômeno deve atingir seu pico nos próximos meses, chegando ao nível “muito forte”.
O El Niño deve atingir seu ápice entre outubro e dezembro. A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) indica que o fenômeno tem 97% de chance de atingir o nível ‘muito forte’ nos próximos três meses.
Essa intensidade deve persistir pelo menos até o início de 2027. As chances de um El Niño menos intenso só começam a aparecer entre janeiro e março do próximo ano, quando as probabilidades de o fenômeno ser “muito forte” caem para 39%, empatadas com a probabilidade de ser apenas “forte”.
Já as chances do fenômeno efetivamente terminar, com o planeta atingindo a condição de neutralidade climática, ganham força apenas no segundo trimestre de 2027, com 55% de chances de clima neutro, sem El Niño ou La Niña, entre abril e junho.
Próximos meses
A previsão climática, elaborada pelo grupo formado por órgãos do governo para monitorar os impactos do El Niño, do trimestre setembro-outubro-novembro indica, de forma geral, chuvas acima da média em áreas do Sul e chuvas abaixo da média no centro-norte do país.
Na região Sul, com destaque para o Rio Grande do Sul, e em parte dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, são esperados volumes de chuva acima da média histórica.
Já nas regiões Norte e Nordeste, a tendência é de um trimestre mais seco. Partes do Brasil Central e do Sudeste, especialmente Mato Grosso, Tocantins, norte de Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, também apresentam maior probabilidade de chuvas abaixo da média (Globo Rural)






