Pelos dados divulgados pela alfândega da China, referentes ao primeiro bimestre deste ano, as exportações da América do Sul fora da cota extra de 55% não devem avançar muito pelo segundo semestre, e se esgotam logo em meados de julho, segundo analistas.
No caso do Brasil, a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) aponta que os números mostram um ritmo acelerado na utilização da cota pelos brasileiros, com o preenchimento atingindo 33,6% apenas nesses dois primeiros meses.
A associação diz ser importante que mecanismos sejam adotados pelo governo brasileiro para acompanhar de forma mais próxima a evolução desse cenário.
A China importou 372 mil toneladas de carne bovina brasileira no bimestre, e a cota destinada para o país durante todo o ano é de 1,106 milhão de toneladas.
A Austrália já preencheu 35% de sua cota; a Argentina, 20%; o Uruguai, 11%, e os Estados Unidos, apenas 0,2%. Da compra prevista de 2,69 milhões de toneladas em 2026, a China adquiriu 628 mil nos dois primeiros meses do ano (Folha)






