Com potencial de provocar sintomas neurológicos graves e até levar à morte, as encefalites equinas exigem atenção redobrada e estratégias preventivas ao longo de todo o ano
O Brasil possui um dos maiores rebanhos de equinos do mundo, com cerca de 5,8 milhões de animais, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)[1]. A equinocultura movimenta bilhões de reais anualmente[2] e está diretamente ligada a atividades esportivas, de lazer, trabalho e reprodução – diversidade que reforça a importância dos cuidados com a sanidade animal em toda a cadeia.
Nesse cenário, as encefalites equinas — entre elas a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE) — representam um risco constante para todo o setor e seguem entre as enfermidades que exigem maior atenção de tutores, criadores e demais profissionais da equinocultura.
Transmitidas pela picada de mosquitos principalmente dos gêneros Culex e Aedes, as encefalites equinas são causadas por vírus que afetam o sistema nervoso central dos animais. Essas doenças podem provocar sintomas neurológicos severos, comprometimento da performance e até levar à morte, reforçando a importância da prevenção e do manejo sanitário adequado ao longo de todo o ano.
Animais que participam de provas, competições, exposições e outros eventos equestres demandam atenção especial, pois os deslocamentos frequentes podem ampliar a exposição a diferentes regiões e condições ambientais mais propícias para a proliferação dos mosquitos transmissores.
Raças de grande representatividade na equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha[3] e o Mangalarga Marchador[4], — ambos com mais de 700 mil animais registrados no país — movimentam mais de 9 bilhões de reais por ano e são um exemplo da participação ampla em competições e eventos equestres. Nesse contexto, a vacinação preventiva é uma das principais ferramentas para reduzir riscos e proteger a saúde dos equinos.
Além da imunização, outras medidas de manejo sanitário, como o monitoramento dos ambientes, a eliminação de locais com água parada, o controle de insetos e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais, também desempenham papel importante no controle da doença.
“A prevenção é sempre o melhor caminho quando falamos de doenças neurológicas em equinos. A vacinação associada a um cuidado sanitário adequado do ambiente contribui não apenas para proteger a saúde dos animais, mas também para preservar desempenho, bem-estar e segurança em toda a cadeia da equideocultura”, destaca Chester Batista, Gerente Técnico de Equinos da Zoetis Brasil.
Como parte das estratégias de prevenção disponíveis para proteger os equinos contra enfermidades neurológicas e outras doenças de grande impacto sanitário, a Zoetis conta com uma vacina combinada que imuniza os animais contra a encefalomielite equina Leste e Oeste, a influenza equina tipo A2 e o tétano. Ao reunir proteção contra diferentes agentes em uma única aplicação, a solução contribui para um manejo sanitário mais prático e eficiente, auxiliando proprietários e médicos-veterinários na manutenção da saúde, do bem-estar e do desempenho dos cavalos.
Focada em inovação e no avanço da saúde animal, a Zoetis reforça seu compromisso com o desenvolvimento de soluções e com a oferta de suporte técnico especializado para auxiliar médicos-veterinários, proprietários e profissionais do setor no enfrentamento dos principais desafios sanitários da equideocultura. Dessa forma, a companhia segue contribuindo para a prevenção de doenças, a promoção do bem-estar animal e o fortalecimento sustentável do setor no Brasil.




