Petróleo desaba e puxa queda no preço do açúcar em Nova York

Açúcar caiu também após realização novas projeções para a safra brasileira.

Mais uma vez acompanhando as oscilações do petróleo, o açúcar recuou na bolsa de Nova York. Nesta quarta-feira (1º/4), os contratos para maio fecharam em baixa de 1,48%, a 15,29 centavos de dólar a libra-peso.

As indicações de um possível cessar-fogo entre EUA e Irã ajudaram a reduzir a volatilidade do petróleo, que teve baixa de 3% hoje.

Segundo análise da Barchart, os valores do petróleo em queda incentivam as usinas do mundo todo a aumentarem a produção de açúcar em detrimento do etanol, elevando assim a oferta do produto no mercado.

Esse otimismo com a oferta se soma com um ajuste de posições dos investidores, que também embolsaram lucros na sessão de hoje, depois que o açúcar subiu mais de 8% na bolsa em março.

Por fim, ao excluir os efeitos geopolíticos, os preços do adoçante são impactados pelas expectativas favoráveis de produção no Brasil.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, a safra brasileira 2025/26 pode atingir 610 milhões de toneladas de cana, resultando em aproximadamente 40,5 milhões de toneladas de açúcar. Para 2026/27, as projeções iniciais apontam potencial de até 630 milhões de toneladas, “reforçando um cenário estruturalmente baixista para os preços”, destacou a consultoria (Globo Rural)

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